Na Mídia: Bolsonaro é acionado na Justiça por intermédio do escritório
O argumento dos autores é de que o titular do Palácio do Planalto teria “maculado” a imagem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quando Bolsonaro teria desestimulado a vacinação de crianças, aprovada pelo órgão federal.
Na mesma declaração, o presidente acusou os servidores e servidoras da agência de priorizar interesses “escusos” na liberação da vacinação. Os técnicos foram classificados pelo presidente como “tarados por vacinas”.
“Ora, se o presidente da República tem qualquer conhecimento quanto aos supostos interesses escusos na liberação da vacinação infantil, deve, então, expor de forma concreta e com provas as irregularidades que insinua”, dizem na interpelação.
Kokay e a Univisa pedem à Justiça que Jair Bolsonaro preste esclarecimentos acerca das alegações sobre as declarações publicadas e solicitam, ainda, que o presidente faça a devida retratação, caso não consiga comprovar o que foi alegado.


