Na Mídia: Bolsonaro é acionado na Justiça por intermédio do escritório

O presidente Jair Bolsonaro é acionado na Justiça por intermédio do escritório. Confira a repercussão na mídia sobre  o assunto.
A deputada federal Erika Kokay se uniu à Univisa (Associação dos Servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitário) para ingressar com uma ação judicial contra o presidente Jair Bolsonaro.
O escritório MARCOS ROGÉRIO & MORETH ADVOCACIA atuou na interpelação em defesa da deputada e da associação.
Conforme noticiou o jornal Metrópoles nesta quarta-feira (2/2), “Bolsonaro é acionado para explicar ataques contra servidores da Anvisa”.
A Rádio CBN destacou que a “Associação dos Servidores da Anvisa pede retratação de Bolsonaro por acusações sobre vacinação infantil”.
Um dos ataques virou manchete do jornal GGN: “Tarados por vacina”: Bolsonaro é acionado por ofensa à Anvisa.
Leia a notícia do jornal Metrópoles completa. Bolsonaro é acionado na Justiça:
A deputada federal Erika Kokay (PT-DF) se uniu à Associação dos Servidores da Agência Nacional de Vigilância Sanitário (Univisa) para ingressar, nesta terça-feira (1º/2), com uma interpelação judicial contra o presidente Jair Bolsonaro (PL).

O argumento dos autores é de que o titular do Palácio do Planalto teria “maculado” a imagem da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), quando Bolsonaro teria desestimulado a vacinação de crianças, aprovada pelo órgão federal.

Na mesma declaração, o presidente acusou os servidores e servidoras da agência de priorizar interesses “escusos” na liberação da vacinação. Os técnicos foram classificados pelo presidente como “tarados por vacinas”.

“Ora, se o presidente da República tem qualquer conhecimento quanto aos supostos interesses escusos na liberação da vacinação infantil, deve, então, expor de forma concreta e com provas as irregularidades que insinua”, dizem na interpelação.

Kokay e a Univisa pedem à Justiça que Jair Bolsonaro preste esclarecimentos acerca das alegações sobre as declarações publicadas e solicitam, ainda, que o presidente faça a devida retratação, caso não consiga comprovar o que foi alegado.